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09/07/2014

São Luis - MA

Uma das cidades históricas mais bonitas do país! Embora a cidade tenha cara de abandonada e o poder público não ajuda a situação a melhorar, a arquitetura histórica sobrevive com sorte ao abandono e resiste apenas porque faz parte do patrimônio da UNESCO!

Coloquei aqui um pouco da história sobre a cidade e a ilha onde a cidade está localizada, e algumas fotos. As demais fotos podem ser vistas no Flickr.

Capital do Estado, São Luís é a principal cidade do Maranhão, situada em pleno Golfão Maranhense, à entrada da Baía de São Marcos, formada pelos estuários do Rio Anil e Bacanga. Foi fundada em 08 de setembro de 1612 na Ilha de Upaon- Açu (Ilha Grande) assim denominada pelos indígenas, onde foi construído um forte chamado Saint Louis, por uma expedição francesa incumbida de estabelecer uma Colônia, além da linha equatorial cujos componentes foram Daniel de La Touche - Sr. De La Ravardière e Francois de Rasilly - Sr. De Aunelles e Rasilly.

Com a expulsão dos franceses em 1621, São Luís passou ao domínio dos portugueses, sendo então elevada à sede do chamado Estado do Maranhão. Em 1641, foi ocupada por Holandeses que até fevereiro de 1644 permaneceram por aqui.

Devido à sua localização favorável à atividade portuária, São Luís tornou-se, no período colonial, importante centro de exportação de algodão e cana- de- açúcar.

Grande centro polarizador do comércio maranhense, a Praia Grande foi nos séculos XVIII e XIX a sede das primeiras atividades econômicas de médio e grande porte do Estado, ali se instalando grandes firmas comerciais, que abasteciam São Luís e o interior do Maranhão. Era também, um dos maiores pontos de recepção de escravos para as fazendas de algodão ou para trabalharem em benefício da aristocracia rural que passou a habitar os grandes sobrados daquele espaço de opulência e riqueza.

No início da década de 60, com o surgimento da política do Governo Federal de interligar as capitais brasileiras através de rodovias, a estrutura comercial da Praia Grande declinou.


A Praia Grande faz parte do Centro Histórico da cidade de São Luís, onde as edificações tem características totalmente influenciadas pela arquitetura, portuguesa, sendo a maioria de três pavimentos, totalmente azulejados formando belos casarões, atualmente tombados pelo patrimônio histórico da União.

Bairro tipicamente de pescadores, o Desterro é um dos mais antigos da cidade. Nesse local, no início da colonização portuguesa, houve uma pequena ermida de frente para o mar dedicada a Nossa Senhora do Desterro. Foi o primeiro templo construído em São Luís, no século XVII.

Nesse bairro também está localizado o Convento das Mercês, onde funcionou o Corpo de Bombeiros e agora a Fundação da Memória Republicana.


Fotos: Acervo Pessoal (vocês podem ver todas as fotos que tirei em São Luis AQUI NO FLICKR)

Fonte: Visite São Luis e Turismo Maranhão.

07/02/2014

Existe vida após a faculdade...

Olá pessoal...
Depois de mais de um ano e meio sem escrever e dar sinal de vida aqui no blog, ressurgi das cinzas e voltei rsrs... Nesse tempo aconteceram muitas coisas importantes na minha vida que me tomaram um tempo precioso de escrever e comentar sobre a arquitetura e o design de interiores. Acho que citei aqui que tive uma filha e que a minha vida havia mudado radicalmente.
Além disso, me formei, finalmente, em Arquitetura e Urbanismo, e foi um sonho realizado. Na faculdade, para se formar, é obrigatório realizar um projeto de arquitetura e urbanismo, que você pode escolher local e tema, para desenvolver ao longo do último ano. E o meu trabalho me deu muito orgulho, pois tirei a nota máxima e ele ainda foi um dos indicados para ir para o concurso Ópera Prima (link aqui) e poderá representar a faculdade entre outros trabalhos do Brasil inteiro.
Bom, tenho muitas coisas legais para postar aqui, mas decidi que, para começar o ano com o pé direito, vou postar justamente o meu trabalho de conclusão da faculdade.

Antiga fábrica da Cervejaria Antárctica Paulista

O projeto desenvolvido é sobre o restauro da antiga fábrica da Antárctica, localizada no bairro da Moóca, e a requalificação do entorno imediato da fábrica, que propõe a implantação de um centro de cultura e lazer para a região.

É um projeto conceitual, mas que foi desenvolvido como se fosse real, considerando todas as legislações de prefeitura, normas técnicas, normas de segurança e de acessibilidade. Aborda projetualmente algumas questões importantes e que precisam ser trabalhadas na cidade de São Paulo: o replanejamento urbano, o tratamento digno às antigas edificações que fazem parte da história paulistana e o oferecimento à população de equipamentos urbanos públicos ou semi-públicos de qualidade, que possam melhorar a qualidade de vida e melhorar áreas abandonadas ou com grandes interferências, como a estrada de ferro, da cidade.
A proposta de criar um complexo de cultura e lazer no bairro da Móoca foi motivada pelo fato dessa região estar em um processo de revitalização, deixando de ser essencialmente industrial e passando a ser um bairro de uso misto. Além disso, existem exemplares arquitetônicos de grande valor histórico da região, então a proposta também integra o restauro da antiga fábrica da Cia. Antarctica Paulista com as suas edificações imponentes e que pertencem à população do bairro.
O terreno onde está localizado o projeto foi dividido em três setores principais e ofereceria à população áreas de esportes, cultura, educação, lazer, entretenimento e serviços. Além disso, a proposta excluiu todas as possibilidades de acesso de automóveis, estimulando assim o uso de transportes públicos ou de bicicletas.

O projeto do Complexo de Cultura e Lazer da Móoca é mais do que um projeto de urbanismo, restauro e revitalização, é um projeto modelo de melhoria da qualidade de vida da população, de preservação da memória da cidade de São Paulo e de transposição de barreiras físicas e culturais.



16/02/2012

120 Anos do Porto de Santos

Com status de maior da América Latina, o Porto de Santos comemorou 120 anos dia 2 de fevereiro agora. Em 2 de fevereiro de 1892, com a entrega de seus primeiros 260 metros de cais, o porto era inaugurado. O primeiro a atracar no local foi o navio a vapor Nasmith, de bandeira inglesa. O endereço, no centro da cidade de Santos, ainda era chamado de Valongo.

Hoje, após receber milhões de imigrantes e de toneladas de cargas, o porto mais importante do Brasil ganha mais um presente: um museu virtual interativo, além de um livro, chamado Paisagens Culturais da Baía de Santos, com depoimentos de trabalhadores do porto e moradores do entorno.

O livro terá distribuição gratuita para bibliotecas e escolas e poderá ser baixado, em formato digital, no próprio site do Porto de Santos. Para ser utilizada sobretudo pelos alunos das escolas santistas, uma versão infantil do livro também foi preparada.
"Foram dois anos de pesquisa, coletando material arqueológico e ouvindo depoimentos de moradores", explica a arqueóloga, antropóloga e historiadora Erika Robrahn-González, coordenadora do projeto. "O importante é que todo esse conteúdo ficará disponível para pesquisadores de qualquer parte do mundo", continua. "A comunidade científica poderá fazer comparações com histórias de outros locais, por exemplo."
O material foi organizado em galerias de imagens. O internauta pode conferir, por exemplo, imagens do material encontrado em escavações arqueológicas da região ou conferir imagens antigas do entorno do porto. 

Festa. A festa começou às 10 horas desta quinta, 02/02, com apresentação de um programa de gestão e proteção do patrimônio desenvolvido pela Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp), atual responsável pela operação do porto.

O prefeito João Paulo Tavares Papa (PMDB) também recebeu da Codesp um kit contendo um livro, uma cartilha e a plataforma multimídia para consulta e comunicação entre mídias sociais. Tanto a cartilha como as aulas digitais foram preparadas para professores e alunos e devem ser distribuídas em escolas públicas.
No ano passado, 97 milhões de toneladas de carga passaram pelo Porto de Santos, com seus 14 km de cais. Em 1892, ano da inauguração, foram 125 mil. O crescimento, no entanto, deixou marcas na região do Valongo, que deve sofrer nos próximos anos uma completa transformação viária e visual.

Com verba federal, a prefeitura pretende dar nova cara aos antigos armazéns, que, reformados, devem abrigar restaurantes, bares, ateliês de arte e institutos universitários - a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) assumirão dois dos oito galpões abandonados. Uma nova marina, além de hotéis, torres de escritórios e um segundo terminal de cruzeiros, também estão no plano.

Escuna. Na segunda-feira, dia 30/01, a prefeitura de Santos promoveu eventos em comemoração ao aniversário do porto. Na quarta, 01/02, foram distribuídos 1,2 mil ingressos para um passeio de escuna no canal do estuário. Três embarcações percorreram os principais pontos do terminal portuário, revezando-se a cada 45 minutos. Em cada uma delas, um guia turístico fornecia informações sobre a história do porto e curiosidades sobre a cidade.

Na sexta-feira, 03/02, houve uma apresentação musical, em estilos variados, no Teatro Municipal. Houve participação de músicos que representam ou integram instituições portuárias. A festa vai até o fim do mês. Para o dia 25 de fevereiro, o destaque será o passeio ciclístico Pedala Porto, com saída às 16 horas, da frente da prefeitura. O percurso pelas ciclovias chegará até a orla.

E, no dia 2 de março, na Casa da Frontaria Azulejada, no centro, acontecerá a exposição do projeto Um mergulho na minha cidade, com fotografias e estêncil criadas por 360 alunos de escolas municipais. A programação termina só em 29 de abril, com uma caminhada esportiva.

FICHA TÉCNICA
Porto de SantosInauguração: 1892
Carga movimentada (em 2011): 97.170.308 de toneladas
Área ocupada: 7.765.100 m²
Área ocupada pelos armazéns: 499.701 m²
Número de trabalhadores: 1.188
Posição em movimentação de cargas em contêineres: 39º no mundo
Distância da cidade de São Paulo: 70 km
SERVIÇOPara baixar o livro digital: www.portodesantos.com.br
Para acessar o museu virtual: http://documentocultural.net/santos/
Para mais informações: Companhia docas do Estado de São Paulo (Codesp): (13) 3221-1997

Informações retiradas do site: 
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,porto-de-santos-faz-120-anos-e-ganha-museu-virtual,830174,0.htm

29/01/2011

Edifício Martinelli em São Paulo

Visitei o Edifício Martinelli no dia 25/01/2011, dia do aniversário de São Paulo, na comemoração dos seus 457 anos. Então, coloquei um pouquinho da história dele aqui, já que foi um marco arquitetônico na cidade e continua sendo um dos mais importantes edifícios do Brasil.

Em 1889 um imigrante Italiano desembarcava no Porto do Rio de Janeiro - seu objetivo era o mesmo de tantos outros que chegavam a América: Prosperar!

Esse imigrante, chamado Giuseppe Martinelli, foi excepcionalmente bem sucedido e em pouco mais de duas décadas havia construído um respeitável patrimônio.

Desejoso por deixar um legado mais permanente de seu trabalho, além de sua importante empresa de navegação em Santos, o Comendador Martinelli decide erguer na cidade São Paulo o mais alto arranha-céu da América do Sul, o Edifício Martinelli.

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A obra prometia uma enorme polêmica, pois a São Paulo de então não possuía nenhum edifício de grande estatura, sendo raros os prédios com mais de 5 andares. Planejado para alcançar a barreira dos 100 metros de altura, em uma estrutura não apenas alta como significativamente larga, o Edifício Martinelli marcaria uma transição para a era dos arranha-céus. Passou por momentos difíceis - inclusive, chegou-se a cogitar a sua demolição. Mas o prédio foi recuperado e voltou a ser um orgulho para a cidade..
Em 1924 deu início à construção do prédio projetado para ter 12 andares, num grande terreno na então área mais nobre da capital, entre as ruas São Bento, Líbero Badaró e avenida São João. O autor do projeto era o arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena.

Todo o cimento da construção era importado da Suécia e da Noruega, pela própria casa importadora de Martinelli. Nas obras trabalhavam mais de 600 operários. 90 artesãos, italianos e espanhóis, cuidavam do esmerado acabamento. Os detalhes da rica fachada foram desenhados pelos irmãos Lacombe, que mais tarde projetariam a entrada do túnel da av. 9 de Julho. Diversos imprevistos prolongaram as obras: as fundações abalaram um prédio vizinho – problema resolvido com a compra do prédio por Martinelli; os cálculos estruturais complexos levaram à importação de uma máquina de calcular Mercedes da Alemanha.

Enquanto isso, Martinelli não parava de acrescentar andares ao edifício, estimulado pela própria população que lhe pedia uma altura cada vez maior – de 12 passou para catorze, depois dezoito e em 1928 chegou a vinte. Nessa época o próprio Martinelli já havia assumido o projeto arquitetônico, e, não se satisfazendo em fiscalizar diariamente as obras, também trabalhava como pedreiro – retomando assim a profisssão que exercera na juventude na Itália – e demonstrava enorme prazer em ensinar aos operários mais jovens os macetes da profissão.

Quando o prédio atingiu vinte e quatro andares, foi embargado, por não ter licença e desrespeitar as leis municipais – havia um grande debate na época sobre a conveniência ou não de se construir prédios altos na cidade. A questão foi parar nos tribunais e assumiu contornos políticos, sendo aproveitada pela oposição para fustigar Martinelli e a prefeitura municipal. A questão foi resolvida por uma comissão técnica que garantiu que o prédio era seguro e limitando a altura do prédio a 25 andares. O objetivo de Martinelli, contudo, era chegar aos 30 andares, e o fez construindo sua nova residência com cinco andares no topo do prédio – tal como Gustave Eiffel fizera no topo de sua torre.

O Martinelli impressionava não só pelas dimensões como pela rica ornamentação e luxuoso acabamento: portas de pinho de Riga, escadas de mármore de Carrara, vidros, espelhos e papéis de parede belgas, louça sanitária inglesa, elevadores suíços – tudo o que havia de melhor na época; paredes das escadas revestidas de marmorite, pintura a óleo nas salas a partir do 20º andar, 40 quilômetros de molduras de gesso em arabescos.

O prédio possui reentrâncias, comuns nos hotéis norte-americanos da época, para ventilação e iluminação, e apresenta as três divisões básicas da arquitetura clássica: embasamento, corpo e coroamento. O embasamento é revestido de granito vermelho; no coroamento, falsa mansarda de ardósia. O corpo é pintado em três tons de rosa e recoberto de massa cor-de-rosa, uma mistura de vidro moído, cristal de rocha, areias muito puras e pó-de-mica, que fazia a fachada cintilar à noite. O revestimento tem três tons de rosa. O Martinelli inspirou Oswald de Andrade a chamar pejorativamente São Paulo de “cidade bolo de noiva”.

Entre os inquilinos do prédio, partidos políticos como o PRP, jornais, clubes (ente eles o Palmeiras e a Portuguesa), sindicatos, restaurantes, confeitarias, boates, um hotel (São Bento), o cine Rosário, a escola de dança do professor Patrizi. O tino comercial do Comendador Martinelli se revelava até nas empenas cegas do prédio, que serviam de outdoor gigante para uma série de produtos, entre eles a “pasta dental Elba”, o “café Bhering” e a aguardente Fernet Branca – importada pelo próprio Martinelli.

Mesmo antes de sua conclusão o prédio já havia se tornado um símbolo e ícone de São Paulo – em 1931 o inventor do rádio, Guglielmo Marconi, visitou a cidade e foi levado até o topo do edifício. Quando o Zeppelin sobrevoou a cidade em 1933, deu uma volta em torno do Martinelli.

Contudo, para o Comendador a construção do prédio acarretou sérios problemas financeiros, e em 1934 foi forçado a vender o edifício para o governo da Itália. Em 1943, com a declaração de guerra do Brasil ao eixo, todos os bens italianos foram confiscados e o Martinelli passou a ser propriedade da União, tendo inclusive sido rebatizado com o nome de Edifício América.

Com o fim da II Guerra, a cidade entrou em uma fase de enorme progresso que se refletiu em um boom imobiliário. Em 1947 o Martinelli perdeu o título de prédio mais alto de São Paulo para o vizinho Edifício do Banco do Estado. Porém o prejuízo foi a construção da massa gigantesca do Banco do Brasil do outro lado da av. São João no início dos anos 50, fazendo sombra ao Martinelli – que se tornou assim vítima da própria verticalização da qual tinha sido pioneiro.

Nas décadas de 60 e início da de 70, o prédio entra em rápida decadência por uma série de fatores. O prédio se torna uma favela vertical, ocupado por famílias de baixa renda (o Martinelli era uma das poucas opções de moradia barata no centro) em péssimas condições de salubridade. O cenário é de um verdadeiro filme de terror. Nos corredores compridos e sombrios, onde crianças brincavam em meio à promiscuidade, espreitavam ladrões e prostitutas. Os elevadores pararam de funcionar; o lixo deixou de ser recolhido e passou a ser jogado nos poços de ventilação– as montanhas de lixo atingiam dezenas de metros de altura, e permeavam o prédio com um cheiro de morte.

O Martinelli passou a cenário de vários crimes de grande repercussão nos anos 60, como o do menino Davilson, violentado, estrangulado e jogado no poço do elevador. O assassino nunca foi encontrado. Em meio à miséria e à degradação humana, uma igreja evangélica funcionava no 17º andar, atraindo os infelizes e desesperançados moradores do edifício.

Então, em 1975 o recém-empossado prefeito Olavo Setúbal decidiu salvar o edifício. Desapropriou o prédio – foi necessária a intervenção do exército para retirar os moradores mais renitentes – e deu início à restauração. O responsável pelas obras foi o Engenheiro Walter Merlo, chefiando 640 operários. Os sistemas hidráulico e elétrico foram totalmente substituídos, novos elevadores foram instalados, a fachada foi limpa com jateamento de areia. Um moderno sistema de prevenção a incêndios foi instalado, tornando o Martinelli um dos mais seguros da cidade. Em 1979 foi reinaugurado, sendo ocupado por diversas repartições municipais, como a Emurb e a Cohab.

Fonte: http://www.prediomartinelli.com.br/historia.php

24/10/2010

Falando em São Paulo...



E falando de São Paulo, um vídeo do premiado cineasta e morador de São Paulo Marcelo Galvão, que conversa com a arquiteta Letícia Nobell, com os designers Fernando e Humberto Campana e com os arquitetos da Triptyque, sobre a forma como eles se relacionam com a cidade, como ela inspira a criatividade e a indústria, o que ela significa para eles.


No site Wallpaper tem de outras metrópoles do mundo, só olhar lá, que foi de onde tirei esse vídeo!
http://www.wallpaper.com/video/travel/city-short-so-paulo/207544211001


Diretor: Marcelo Galvão
Fotografia: Eduardo Makino
Diretores Assistentes: Gabriel Borba, Mauro Lima
Editores: Paulo Rosa, Marcelo Galvão
Arte: Rodrigo Tavares
Som: Sidney Sapucaia

25/10/2009

Prêmio Alphaville de Urbanismo Sustentável

Olha só, vai acontecer o Prêmio Alphaville de Urbanismo Sustentável, que é para alunos de todas as faculdades... Eu ainda não posso participar porque ainda não tive urbanismo, mas quem tiver interesse, vale muuuito a pena.

Objetivos

Incentivar o desenvolvimento de projetos na área de Urbanismo Sustentável, por meio do reconhecimento e divulgação junto a comunidade academica e público em geral, contribuindo, assim, para um Brasil melhor.

Público

* Estudantes universitários de Engenharia e de Arquitetura e Urbanismo de faculdades públicas e privadas de todo o Brasil.
* Coordenadores e professores das Faculdades de Engenharia e de Arquitetura e Urbanismo.

Faculdades

Públicas e Privadas
Premiação

Prêmio para o 1º colocado:

* Troféu exclusivo e R$ 10.000,00

Prêmio para o 2º colocado:

* Placa exclusiva e R$ 7.000,00

Prêmio para o 3º colocado:

* Placa exclusiva e R$ 5.000,00

Prêmio para o 4º ao 10º colocado:

* Diploma

Prêmio para o Professor / Coordenador do projeto vencedor:

* Uma visita monitorada para um ALPHAVILLE no Brasil.

Cronograma

* 25/08/09: Regulamento no site;
* 25/08/09 a 18/12/09: Inscrições;
* 15/01/10: Último dia de entrega dos projetos;
* Março de 2010: Solenidade de premiação;
* As datas poderão sofrer alteraçoes sem prévio aviso.

Comissão Julgadora

* João Audi - Presidente AlphaVille
* Marcelo Willer - Diretor AlphaVille
* Mônica Picavêa - Diretora Fundação AlphaVille
* May East - Diretora GAIA
* Marcelo Todescan - Arquiteto
* Professor Alex Abiko - Professor Titular da Escola Politécnica da USP
* Professor Carlos Leite - Arquiteto e Professor no programa de pós-graduação em Arquitetura & Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Solenidade para Entrega do Prêmio

Março de 2010 em data e local a ser definida, posteriormente e divulgado no site do Prêmio. A data poderá ser alterada sem prévio aviso.

Regulamento
Clique no link do blog, você será direcionado para o site para fazer o download e a sua incrição.

Foto e Informações: do site do prêmio